In A BOLA 08. 04. 2009
Pág. 42, artigo Na Margem
E A BATOTA CONTINUA
Ainda a ‘vitória à benfica’ na taça da liga estava fresca e já nova arbitragem grosseiramente parcial oferecia mais um triunfo aos benfiquistas. Na Amadora, para resolver rapidamente a questão, ao quarto de hora de jogo já o arbitro Hugo Miguel havia apontado dois penalties: o primeiro, falsíssimo, por um suposto derrube a Nuno Gomes fora da área (tal como o penalty inventado a Pedro Silva na final do Algarve, também num lance fora da área) e o segundo, muito duvidoso, por desvio involuntário da bola com a mão. Para completar o ramalhete, a equipa de arbitragem fechou os olhos ao penalty por mão de David Luiz e lá teve de assinalar um outro, por falta de Yebda um minuto depois. Eis, então, que a batota continua. Com o maior dos descaramentos e a impunidade do costume. Bem podem Vieira e Rui Costa continuar a falar em verdade desportiva. Pois, pois …
Pág. 42, artigo Na Margem
E A BATOTA CONTINUA
Ainda a ‘vitória à benfica’ na taça da liga estava fresca e já nova arbitragem grosseiramente parcial oferecia mais um triunfo aos benfiquistas. Na Amadora, para resolver rapidamente a questão, ao quarto de hora de jogo já o arbitro Hugo Miguel havia apontado dois penalties: o primeiro, falsíssimo, por um suposto derrube a Nuno Gomes fora da área (tal como o penalty inventado a Pedro Silva na final do Algarve, também num lance fora da área) e o segundo, muito duvidoso, por desvio involuntário da bola com a mão. Para completar o ramalhete, a equipa de arbitragem fechou os olhos ao penalty por mão de David Luiz e lá teve de assinalar um outro, por falta de Yebda um minuto depois. Eis, então, que a batota continua. Com o maior dos descaramentos e a impunidade do costume. Bem podem Vieira e Rui Costa continuar a falar em verdade desportiva. Pois, pois …



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